Institucional

Fiscais da SEAD visitam projetos de ATER da FATRES em parceria com o MDS

Durante os dias 21 e 22 de fevereiro, agentes fiscais da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD), antigo MDA, estiveram no Território do Sisal fiscalizando as ações dos projetos de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) executado pela FATRES em Parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS) no âmbito do Programa Brasil Sem Miséria (PBSM).

Um dos principais objetivos da fiscalização foi conferir o resultado das Unidades Produtivas Familiares (UPFs), através dos investimentos dos recursos do fomento para a produção. Os projetos de ATER da FATRES em parceria com o  MDS beneficiam diretamente 2.700 famílias em oito municípios divididos em dois lotes, a saber, lote 06- Monte Santo e Nordestina, com 1.700 famílias e, lote 09 – Valente, São Domingos, Retirolândia, Conceição do Coité, Ichu e Candeal, com 1.000 famílias.

Em Monte Santo, na comunidade de
Em Monte Santo, os fiscais visitaram as famílias na comunidade de Jardim com o Coordenador Cleiton Almeida e a técnica de campo Vanderleia Souza. Na foto está a família da beneficiária, Eliene Dias.

“Ficamos satisfeitos com o trabalho da FATRES algo que me deixou contente foi o relacionamento dos técnicos com os beneficiários assim como a estrutura de organização da FATRES, eu penso que é uma experiência a ser multiplicada até mesmo em outros estados”. Afirmou o fiscal, David Andrade.

Durante as visitas, os agentes fiscais da SEAD, David e Manoel Mendonça puderam conferir de perto a realidade das famílias em situação de extrema pobreza que estão sendo assistidas com ATER através do projeto. Em Monte Santo foram visitadas famílias nas comunidades de Tapera, Salgado, Jardim e Oitero, “nós tivemos a oportunidade de apresentar as ações e dialogar sobre a importância do projeto e os impactos positivos que gerou para as famílias” disse a técnica de campo da FATRES, Vanderléia Souza.

A técnica de campo, Marcela Daiane explica como acontece a organização e mobilização das famílias
Na comunidade de Lagoa cavada a técnica de campo, Marcela Daiane explica como acontece a organização e mobilização das famílias, dentre elas, a de dona Maria Laura.

“Melhorou demais depois que passei a receber a visita e orientação técnica porque antes eu criava animais, mas não conhecia o manejo”, destacou a agricultora, Maria Laura Mota, 49 anos, da comunidade de Lagoa Cavada no município de Conceição do Coité. Dona Maria recebeu o recurso/fomento para a produção através do projeto, aplicou na construção da pocilga e comprou mais suínos de raça o que tem melhorado significativamente a renda da família.

Quem também utilizou o fomento para melhorar ainda mais o criatório de animais foi o Agricultor Familiar, Gilson Lopes de Oliveira, 54 anos. Ele construiu o aviário que faltava e comprou mais galinhas caipiras que ele cria também para o consumo familiar além de comercializar a carne os ovos. “Nossa dificuldade no momento é só esse período de muita estiagem, sem água a produção enfraquece um pouco, mas logo que a chuva chega já melhora e tudo fica bom”, relatou seu Gilson.   “Percebemos que o grande diferencial da região comparando a outras é a dificuldade de acesso a água e, o convívio com a seca é o grande gargalo de todo projeto de ATER. Observou David.

Em Conceição do Coité, além da comunidade de Lagoa Cavada, foram visitadas experiência de agricultoras na comunidade de Sambambaia com criatório de Aves, Caprino e Ovino.

Ascom FATRES

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